A proposta de orçamento dos Estados Unidos para 2010, apresentada nesta quinta-feira (26/02) pelo presidente Barack Obama, fixa um teto de US$ 250 mil para o apoio financeiro concedido aos produtores rurais norte-americanos. Também prevê a suspensão gradual, pelos próximos três anos, dos subsídios a fazendeiros com faturamento anual superior a US$ 500 mil dólares.
De acorco com o documento, as medidas são uma tentativa de direcionar os recursos públicos aos agricultores que realmente precisam da ajuda governamental. “O presidente quer manter uma forte rede de proteção para os agricultores familiares e para os agricultores que estão começando e, ao mesmo tempo, encorajar a responsabilidade fiscal”, diz o texto da proposta que prevê US$ 20 bilhões para financiamentos e subsídios ao desenvolvimento de atividades rurais – incluindo o estímulo a pequenos negócios, energias renováveis e telecomunicações.
O orçamento total para 2010 é de US$ 3,6 trilhões. O anúncio desta quinta-feira (26/02) é considerado música para os ouvidos brasileiros: há sete anos o Brasil luta pelo fim dos subsídios agrícolas norte-americanos na Rodada Doha da OMC - Organização Mundial do Comércio. As diretrizes orçamentárias para o próximo ano não deixam claro se o governo de Obama está, efetivamente, disposto a reduzir o apoio financeiro a seus agricultores, que distorce os preços no mercado internacional, prejudicando a concorrência. O documento indica uma otimização dos investimentos americanos em agricultura agrícola e sinaliza algumas mudanças na política do setor, como a redução dos subsídios aos seguros agrícolas e o fim dos subsídios à estocagem de algodão – única commodity que ainda conta com esse tipo de apoio do governo norte-americano.
De acorco com o documento, as medidas são uma tentativa de direcionar os recursos públicos aos agricultores que realmente precisam da ajuda governamental. “O presidente quer manter uma forte rede de proteção para os agricultores familiares e para os agricultores que estão começando e, ao mesmo tempo, encorajar a responsabilidade fiscal”, diz o texto da proposta que prevê US$ 20 bilhões para financiamentos e subsídios ao desenvolvimento de atividades rurais – incluindo o estímulo a pequenos negócios, energias renováveis e telecomunicações.
O orçamento total para 2010 é de US$ 3,6 trilhões. O anúncio desta quinta-feira (26/02) é considerado música para os ouvidos brasileiros: há sete anos o Brasil luta pelo fim dos subsídios agrícolas norte-americanos na Rodada Doha da OMC - Organização Mundial do Comércio. As diretrizes orçamentárias para o próximo ano não deixam claro se o governo de Obama está, efetivamente, disposto a reduzir o apoio financeiro a seus agricultores, que distorce os preços no mercado internacional, prejudicando a concorrência. O documento indica uma otimização dos investimentos americanos em agricultura agrícola e sinaliza algumas mudanças na política do setor, como a redução dos subsídios aos seguros agrícolas e o fim dos subsídios à estocagem de algodão – única commodity que ainda conta com esse tipo de apoio do governo norte-americano.
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